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First Prize

Gerônimo Dornelles 

Sublime

The dialectic of rugged topography with the city’s occupation was present from the beginning of their occupation. In order to engage the visitor just as the mountains yesterday made, ​​the Fan Park offers two dunes, which by the space between them, unveil the look of the sea and delimit the site of the crowd created in the middle, just in front of the new Museum of Image and Sound, on Copacabana beach. The dune, as the symbol of the ephemeral and the nature serves as an hourglass, where its constant use in a short time leads to a decrease in volume and an awakening to the Olympic time.

Raise awareness of relationship with the modified environment by man is to bring out the formal lightness contrast to the massiveness. The floor unfinished, force contact with the natural, while the immateriality of the frame of bamboos, brings the visitor a unique experience in the middle of Copacabana. The bamboo cover relates to organic dimensions of the composition, from the time the bamboo becomes known as the future’s wood, while allowing a greater formal exploration on a 15 meters swing.

Now along with posters tied to bamboos, relating the story, a new feature is added to the Olympic spirit: the empathy. The proposal is that a moment that brings the world’s attention, can also serve as a starting point for new charitable nature initiatives. The street dog is the mascot then.

Translated to Portuguese (Brazil):

SUBLIME

A dialética da topografia acidentada com a ocupação da cidade se fez presente desde o início da sua ocupação. Com o intuito de envolver o visitante da mesma maneira que seus montes ontem fizeram, o Fan Park dispõe duas dunas, que por distarem, descortinam a visual do mar e delimitam o local de torcida criado ao meio, logo em frente do novo Museu da Imagem e do Som, na praia de Copacabana. A duna, como símbolo do efêmero e da natureza serve como uma ampulheta, onde o seu constante uso em curto espaço de tempo leva a uma diminuição do seu volume e a um despertar ao tempo olímpico.

Despertar a consciência sobre relação com o entorno modificado pelo homem é trazer à tona a leveza formal contrastando com a massividade. O chão sem acabamento, força o contato com o natural, ao passo que junto da imaterialidade da armação dos bambus, traz ao visitante uma experiência singular em plena Copacabana. A cobertura em bambu se relaciona com as dimensões sustentáveis da composição, a partir do momento em que o bambu passa a ser conhecido como a madeira do futuro, ao mesmo tempo em que permite uma maior exploração formal em um “balanço” de 15 metros.

Agora, junto de cartazes amarrados aos bambus, relacionando a história, um novo aspecto é acrescentado ao espírito olímpico: o da empatia. A proposta é que um momento que congrega tanto a atenção do mundo, possa também servir como ponto de partida para novas iniciativas de cunho caridoso. O cachorro de rua é então o mascote.